Eles se acreditavam ilustres e imortais...- Michel Ragon

em 10 de novembro de 2015


Sinopse

Em Eles se acreditavam ilustres e imortais, Michel Ragon narra o fim da vida de alguns importantes intelectuais que, após o declínio de sua obra, bem como de sua saúde, enfrentaram uma velhice trágica. E que, após a morte e um esquecimento que parecia definitivo, voltaram a ser reconhecidos e idolatrados. Como o destino de homens ilustres, artistas, pensadores, mundialmente famosos, poderia um dia obscurecer-se?








Título: Eles se Acreditavam Ilustres e Imortais
Autor: Michel Ragon
Editora: Difel
Assunto: Biografia
Traduzido por: Marcelo Rouanet
Páginas: 125
Ano de edição: 2011


Eu buscava um livro com protagonista idoso para o Desafio Literário A Elite 2015 e tinha este na estante, e foi uma boa surpresa. Um livro curtinho, mas muito interessante, é leitura importante aos dias de hoje por se tratar de um tema ainda tabu: a velhice.


Em Eles se acreditavam ilustres e imortais, Michel Ragon narra o fim da vida de alguns importantes intelectuais que, após o declínio de sua obra, bem como de sua saúde, enfrentaram uma velhice trágica. E que, após a morte e um esquecimento que parecia definitivo, voltaram a ser reconhecidos e idolatrados.


Com um espírito de relato terno e feroz ao mesmo tempo, estas páginas de fácil leitura não se limitam a fornecer conselhos de vida: elas oferecem também impressionantes toques de lucidez. Sábio, necessário e profundo: o tipo de livro que faz falta a todos nos dias atuais.


Realimente é um livro que nos faz refletir quanto a velhice, em como nós não nos preparamos adequadamente para esse momento inevitável de nossas vidas, muitos vivem vidas desregradas, com vícios, libertinagem e não esperam nunca passar o fim da vida solitários, pois é o que muitas vezes acontece com quem não se prepara, precisamos nos adequar a este momento, e não deixar para nossa família, é a dura realidade.


O livro me fez pensar muito, fiquei triste por tantos ilustres de suas épocas terem fins tão tristes e alguns até trágicos, mas o que mais incomodou foi a solidão. Todos morreram sem familiares ou amigos ao lado, isso deve ser a pior das sensações.


Recomendo a leitura a todos, é dessas que todos devem ler!


Espero que tenham gostado, até a próxima,







14 comentários

  1. Nanda!
    É verdade, a solidão é a pior coisa.
    Não tenho medo de morrer, porém tenho medo de ficar dependente de alguém e de me sentir só.
    O livro deve ser bem comovente.
    “A gente todos os dias arruma os cabelos: por que não o coração?”(Provérbio Chinês)
    cheirinhos
    Rudy
    http://rudynalva-alegriadevivereamaroquebom.blogspot.com.br/
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  2. Não conhecia o livro e mesmo fugindo muito de tudo que costumo ler, gostei da premissa e de sua resenha.
    De fato, a velhice ainda é um tabu, assim como tantos assuntos em nossa sociedade, que evita tanto tocar neles que mal percebe que exatamente por não discuti-los que, muitas vezes, não se preparam para o momento em que surgem em suas vidas.
    O livro parece ser tocante, e realmente a solidão é dolorosa. Imagino como foi para tantas pessoas morrerem se sentindo sozinhas.
    Abraços

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  3. Nanda, concordo plenamente com você quando diz que o assunto da velhice ainda é um tabu na sociedade, precisamos melhorar isto. Gostei muito de Eles se Acreditavam Ilustres e Imortais e seu teor baseado nos idosos e na morte. O que mais me tocou foi a forma como o autor narra sobre os fatos e o esquecimento de importantes figuras.

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  4. Oi, Nanda!
    Não conhecia o livro mas, achei interessante o tema abordado.
    Se formos parar pra pensar, boa parte dos ilustres morreram sozinhos e isso é realmente triste.
    Beijos
    Balaio de Babados

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  5. Oi, Nanda
    De fato o livro parece ser bem interesse, amei a ideia de usar esses intelectuais para falar sobre a velhice. Concordo que é um momento que devemos nos preparar. Adorei a dica do livro. Com certeza vou querer ler ainda.

    livrosvamosdevoralos.blogspot.com.br

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  6. Com certeza, acho que a morte solitária é a mais triste de todas.
    Bjs, Rose.

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  7. Oi Nanda!
    Sabe que esse é um dos meus medos? Envelhecer. Espero que a minha seja cheia de saúde hahaha!
    Não sei se no momento leria um livro com esse tema, mas gostei da dica. =)
    Beijos,

    Priscilla
    http://infinitasvidas.wordpress.com

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  8. Oie Mila,
    nossa nunca tinha ouvido falar deste livro.
    Gostei bastante, mas não faz meu estilo de leitura. Quem sabe em outro momento.

    bjos
    http://blog.vanessasueroz.com.br

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  9. Realmente, nenhum ser humano está preparado para a velhice, mas acho que a solidão é o que mata aos poucos os idosos porque ninguém é feliz sozinho!
    Parece ser muito bom este livro!
    Beijos

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  10. Não conhecia o livro. A maioria, acho, não está preparada para as coisas que a velhice acarreta. Sei que vai acontecer, mas não me deixa menos receosa.

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  11. gostei de conhecer o livro, achei bem interessante o tema que acho que vou gostar da leitura.

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  12. Que história triste, deve ser horrível passar esse processo de estar nos holofotes para o ser esquecido por todos. Imagino o quão triste deve ser envelhecer sozinho, sem ter alguem para amar (não no sentido de paixão, e sim no sentido de cuidar um do outro)..


    Beijinhos

    http://coruujando.blogspot.com.br/

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  13. Oie
    Sem dúvidas é uma leitura bem diferente da que eu estou habituada.E poucas pessoas se preparam para velhice,ou não ajudam ninguém enquanto são jovens daí quando chegam nesse momento da vida não têm ninguém presente para lhe ajudar ou lhe fazer companhia.Com certeza esse livro também me fará refletir.

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  14. Não conhecia esse livro, mas depois de suas recomendações, e que a história faz o leitor refletir sobre a velhice, fiquei bem curiosa e me interessei pelo livro, pretendo ler.

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Ola!
Agradeço pelo comentário!
Beijinhos Carinhosos!