Resenha O Lado Bom da Vida

em 31 de agosto de 2013

O LADO BOM DA VIDA 
Matthew Quick - 254 páginas - Intrínseca

Pat Peoples, um ex-professor na casa dos 30 anos, acaba de sair de uma instituição psiquiátrica. Convencido de que passou apenas alguns meses naquele “lugar ruim”, Pat não se lembra do que o fez ir para lá. O que sabe é que Nikki, sua esposa, quis que ficassem um "tempo separados". Tentando recompor o quebra-cabeças de sua memória, agora repleta de lapsos, ele ainda precisa enfrentar uma realidade que não parece muito promissora. Com seu pai se recusando a falar com ele, a esposa negando-se a aceitar revê-lo e os amigos evitando comentar o que aconteceu antes da internação, Pat, agora viciado em exercícios físicos, está determinado a reorganizar as coisas e reconquistar sua mulher, porque acredita em finais felizes e no lado bom da vida. Uma história comovente e encantadora, de um homem que não desiste da felicidade, do amor e de ter esperança.






A vida de Patrick Peoples não é mais a mesma, antes era professor de história e casado com Nikki, agora, tinha ido parar no lugar ruim. Enquanto estava lá, Pat se aperfeiçoava para sua esposa, perdera bastante peso e estava praticando ser gentil. Ele tinha perdido a memória e não suportava ouvir Kenny G., era sua música explosiva. Na sua primeira semana em casa, seu amigo o convida para jantar em sua casa e assim, conhece Tiffany. Ela era louca assim como ele, talvez até pior.


Pra mim o livro foi somente isso, mesmo. Estava esperando muito do livro e acabei me decepcionando bastante. A narrativa do autor não funcionou pra mim, achei cansativa e desgastante, sem falar no repeteco.

“…A maioria das pessoas perdeu a habilidade de ver o lado bom das coisas, embora a luz por trás das nuvens seja uma prova quase diária de que ele existe.”

Capítulos sem acontecer absolutamente nada ou capítulos falando exatamente o que já tinha acontecido no anterior. Seria muito mais simples se ele tivesse colocado "e assim os dias se passaram" ao invés de ficar retratando a mesma coisa repetidas vezes só para aumentar o número de páginas.

Apesar de ter gostado do enredo da história, achei tudo muito previsível, simplesmente não me surpreendi com o livro em momento algum e também não me senti comovida ou emocionada. Ao contrário da maioria que leu o livro eu não gostei, estava esperando muito mais. Gostei do final mas, não leria o livro novamente. Recomendo a todos que leiam, é uma bonita história de superação.


“Não posso começar a explicar isso, não posso explicar a loucura dentro de mim e dos outros.”

Beijos, Rafa.

8 comentários

  1. Ah uma pena que você não tenha gostado, acho que já nem estou com tanta vontade assim de ler (na verdade eu sempre tive mais vontade de ver o filme do que ler o livro :P)

    Beijo

    ResponderExcluir
  2. Oi Amanda, assisti ao filme também e, por incrível que possa parecer, eu adorei. Vale a pena assistir.

    ResponderExcluir
  3. O filme é muito bom! A questão com as repetições, e essa narrativa truncada não tem um pouco relação com a doença do personagem?
    Obrigada por visitar o CH ♥
    Isabela

    ResponderExcluir
  4. Não me interessei pelo livro nem pelo filme,pela sua resenha o livro não parece muito bom!
    Beijos
    http://teenagersblogofficial.blogspot.com.br/

    ResponderExcluir
  5. Já li várias resenhas sobre esse livro e cheguei a conclusão de que ele é daqueles livros que você ama ou odeia. Eu, particularmente, não sinto a menor vontade de lê-lo.

    Beijos, boa semana!
    www.procurei-em-sonhos.com

    ResponderExcluir
  6. Tenho muita curiosidade em ler esse livro, o filme é ótimo! Adorei o blog e a resenha!

    ResponderExcluir
  7. Oi Isabela, a repetição é totalmente desnecessária, o autor narra dia por dia, repetidamente e os eventos não mudam. Acho que não tem relação com a doença.

    ResponderExcluir
  8. Fernanda, os dois são bem diferentes. Recomendo o filme, que eu gostei bem mais!

    ResponderExcluir

Ola!
Agradeço pelo comentário!
Beijinhos Carinhosos!